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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

RELACIONAMENTO SAUDÁVEL #25: AME-SE!

Esta é a última (e principal) dica para um relacionamento saudável: AME-SE! Só conseguimos amar ao outro se nos amamos a nós próprios. Somos reflexo de nosso mundo interior. Uma relação saudável consigo próprio tornará possível uma relação saudável a dois. Ame-se e você não se permitirá continuar em uma relação em que seja desrespeitado(a) diariamente. Ame-se e você procurará pessoas que sabem te valorizar e te respeitam como você é. Ame-se e você doar-se-á à relação de maneira sincera, e trará a doação de seu par, sem precisar exigir. Ame-se e naturalmente você fará sua parte para a relação dar certo.
Amar-se é estar em equilíbrio com seu eu interior, a ponto de não precisar de um(a) parceiro(a) para ser sua muleta, sua desculpa para coisas que não quer fazer ou para jogar a responsabilidade sobre suas costas... ame-se e terá um(a) parceiro(a) para voar mais alto, para ir onde sozinho(a) cada um não teria conseguido ir... para aprenderem juntos a serem pessoas melhores. Ame-se e não precisará do outro para ajudar a levantar a cada tombo que você leva... terá ele(a) sim para ajudar a não cair mais.
quarta-feira, 16 de agosto de 2017

RELACIONAMENTO SAUDÁVEL #24: AME SEU PAR

Você realmente ama seu par? Realmente está com ele(a) porque quer estar? Ou está tentando preencher algum vazio que não sabe qual é, mas que não tem relação com o outro? Um relacionamento a dois deve possuir amor, carinho, vontade de estar junto, de cuidar, de proteger, de dividir, e até de deixar ir se o outro assim quiser. É amor o que sente por ele(a)? Pergunte-se, seja sincero e veja a resposta.
Não devemos estar juntos só para não estarmos sozinhos. Não devemos estar juntos só para mostrar isso aos outros. Não devemos estar juntos só para ter quem cuide de nossos problemas e de nós. Não devemos estar juntos só para provar algo a alguém.
Quer uma relação saudável? Comece sentindo amor por seu parceiro. Se a relação é entremeada de momentos em que você desconta toda sua raiva sobre ele(a), pede desculpas e acha que tudo voltou ao normal depois... ele(a) não é seu amor, é seu saco de pancadas. Se a relação te serve para ocupar seu tempo livre, até você achar algo melhor, isso não é amor, é passatempo. Se a relação te serve para justificar algo que queira ou não queira fazer em sua própria vida, isso não é uma relação, é uma desculpa.
terça-feira, 15 de agosto de 2017

RELACIONAMENTO SAUDÁVEL #23: SINCERIDADE

Relacionamentos saudáveis não admitem segredos, mentiras, ou meias verdades. Seja claro, transparente e, acima de tudo, FALE! Fale seus planos, seus desejos, o que quer e o que não quer... não coloque a responsabilidade na capacidade do(a) parceiro(a) tentar adivinhar o que você quer ou pensa. Não deixe de falar apenas para agradar. FALE! Em uma relação saudável, as coisas são colocadas sobre a mesa, e ambos as conhecem claramente. 
Se tem algo que lhe desagrada na atitude do outro, se gostaria que algo fosse feito sobre algum assunto, diga. FALE! Remoer faz com que o problema cresça a cada dia. Esperar o pior momento para despejar tudo de uma vez simplesmente acaba com qualquer possibilidade de comunicação. Não falar algo que te preocupa faz com que expectativas sejam criadas por um sem saber os obstáculos que estão com o outro, criando grandes decepções futuras.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017

RELACIONAMENTO SAUDÁVEL #22: NÃO DISCUTA, CONVERSE E SAIBA OUVIR

A arte de comunicar-se requer muito do autoconhecimento e de sensibilidade ao feedback do outro, com quem se comunica. Em uma relação a dois, então, é muito mais complicado, devido aos fatores emocionais. Só se ultrapassa a interferência advinda de emoções negativas como a agressividade, a culpa, o medo, e a vergonha, quando conhecemo-nos o suficiente para, na pior das hipóteses, calarmo-nos e afastarmo-nos para aguardar um melhor momento em que possamos nos expressar com melhor clareza, sem agredir nem sermos agredidos. Com o tempo, também passamos a conhecer ao outro, e começamos a perceber que existem momentos melhores para termos determinados tipos de conversas.
Algumas vezes temos parceiros abertos ao feedback e que se conhecem o suficiente para dar-nos dicas de quais momentos não estão abertos à discutir a relação, por exemplo... mas em muitos casos basta um pouco de sensibilidade para perceber que não se discute o futuro do casal após um dia tenso de trabalho de um ou ambos...
domingo, 13 de agosto de 2017

RELACIONAMENTO SAUDÁVEL #21: DOAR-SE ANTES DE EXIGIR ALGO

Todo relacionamento é feito de mais de uma pessoa. E a psicologia de grupo já demonstrou há anos que uma das melhores formas de motivar alguém é dando o exemplo. Se queremos que nosso(a) parceiro(a) doe-se mais à relação, devemos fazer o mesmo antes de querer cobrar algo, se realmente acreditamos que ele(a) é a pessoa certa para nós. 
Doar-se não é anular-se. É entregar-se de corpo e alma à relação como se ela não fosse terminar. É confiar no par, como se já o(a) tivesse escolhido para viver com ele(a) por toda a vida. É acreditar que é de verdade (e é!). É não jogar o peso de fracassos passados em uma relação que está começando e você quer realmente que dê certo, que não é um experimento. E tudo isso, independentemente se seu parceiro acredita e age tanto quanto você com tal confiança que é para ser de verdade, sério.
quinta-feira, 10 de agosto de 2017

RELACIONAMENTO SAUDÁVEL #20: ACORDANDO CEDO

Você acha que basta estar em um relacionamento e não fazer nada de errado para ele dar certo? Que todo relacionamento desenvolve-se por inércia? Não. Relacionamentos precisam de esforço e trabalho de ambos (e não apenas de um). Ambos devem trabalhar para o futuro conjunto, para a evolução (em todos os sentidos) do relacionamento. Dividir tarefas, suportar a rotina e os afazeres diários, trabalharem juntos para resolver os problemas do cotidiano... é a argamassa de todo relacionamentos saudável... você só saberá sua firmeza depois de anos de construção, dia a dia, quando o prédio tiver vários andares prontos. 
Isso requer dois ingredientes básicos: paciência e esforço. A primeira virá naturalmente se você estiver realmente interessado(a) que o relacionamento prossiga por anos a fio. Já o esforço depende da proatividade de cada um, e está ligado a vários fatores, como a automotivação (aspecto mais profundo), e a outros fatores que podem ser mais intensos no início do relacionamento (como a paixão pelo par) mas que decaem pouco a pouco se o conjunto de ações, projetos, desejos e planos do casal não andarem no mesmo compasso.
quarta-feira, 9 de agosto de 2017

RELACIONAMENTO SAUDÁVEL #19: NÃO SOU SEU(SUA) FILHO(A)

Muitos diriam que isto é mais comum em relacionamentos entre pessoas com grande diferença de idade, porém eu digo que é algo já disseminado em muitos relacionamentos doentios, até mesmo naqueles em que nenhum dos pares possui filhos. Projetar no outro seu filho(a) significa tratá-lo de modo infantil, como se ele(a) não fosse capaz de tomar suas próprias decisões ou de ter opinião própria. Tem relação com o post anterior em que falei sobre regras iguais, e de casais em que um assume o controle e o outro aceita obedecer... mas no caso aqui falamos de mais do que controlar... Neste tipo de projeção, por mais que a outra parte diga o que pensa, o que deseja, o que quer, o que espera da relação, nada será ouvido por quem projeta. É como se fosse uma relação mãe-filho, pai-filha: pode até tratar com carinho, mas a palavra final do que é bom ou não para ambos será sempre de quem manda, que nem de longe está disposto(a) a discutir alterações ou cessões de seus planos e projetos. Este caso pode se tornar seriamente doentio se a pessoa que recebe a projeção aceitar ser tratada dessa forma, porque terá sua individualidade esmagada dia a dia por alguém possessivo, controlador, e que para piorar, não verá nada de errado em suas ações, em seu comportamento. Projeção dificilmente se cura sozinha... geralmente está ligada a aspectos da infância, à forma extremamente boa ou ruim com que foi tratada por um (ou ambos) de seus pais, mas dos quais a pessoa que projeta não soube separar de sua própria personalidade durante o seu desenvolvimento. 
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