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domingo, 27 de abril de 2014

TESTE da SEMANA: Teste seu NÍVEL ÉTICO - QUAL A INTEGRIDADE DE SEU CARÁTER?

Qual a Integridade de seu Caráter?

Todos reconhecemos o tom familiar de frases como: “todo mundo faz”, “não vai magoar ninguém”, "isso é política", “ninguém saberá”, “só desta vez”, “é apenas negócio” etc. Você já parou para se analisar quanto ao seu nível ético? Você é uma pessoa ética? É para uma auto-análise crítica que este teste foi criado. É uma versão simplificada do Teste de Integridade, cada vez mais utilizado por empresas na seleção de seus candidatos, para captar a percepção crítica dos mesmos no momento da contratação. Na minha opinião, tal teste, em sua versão completa e aplicado por profissionais gabaritados da área, deveria obrigatoriamente ser aplicado, de modo eliminatório, inclusive no serviço público.
 
Este teste foi baseado no livro de Gene Ahner, "Ética nos Negócios: construir uma vida, não apenas ganhar a vida" (Editora Paulinas, 2009). Para ler uma resenha deste livro, clique aqui.
 
Se você procura respostas fáceis para o que é certo em ética, e o que não é, então precisa se inteirar mais sobre o tema e sobre seus próprios valores. Ética é basicamente questão de valores, e se você não conhece seus próprios, então não entenderá o resultado deste teste. Todos, dentro de si, sabemos o que é certo e o que é errado, o problema é que por questões como ganância, arrogância, vontade de poder, desconsideração pelos outros, irresponsabilidade, arbitrariedade, nepotismo e outras palavras 'feias' mas muito praticadas, sempre ENCONTRAMOS DESCULPAS PARA JUSTIFICAR NOSSA FALHA ÉTICA!
 
Se você ficar decepcionado ao final deste teste, é apenas um sinal de que você precisa se conhecer melhor. Seus valores, de onde eles vieram, e até questioná-los, inclusive (talvez você esteja acreditando demais em coisas que sabe, em seu âmago, que não estão certas) e está tentando se convencer do contrário, sem sucesso. Leia mais sobre o assunto, e procure conhecer-se.
 
Responda todas as perguntas do teste abaixo (se faltar alguma sem ser respondida, o resultado não será calculado corretamente). Ao final, clique no botão 'calcular resultado' e compare seus pontos com a legenda logo abaixo. E, acima de tudo: SEJA HONESTO AO RESPONDER! (Se você está predisposto a mentir para si mesmo em um teste de integridade e ética, então nem precisa fazer o teste: seu nível de ética está tão baixo que já posso recomendá-lo reavaliar todos os seus limites éticos e morais - se é que possui um).
 
Recomende esta pesquisa a amigos! Divulgue! Grande parte das pessoas não se comportam eticamente, apesar de saberem o que é certo e errado, por acharem que  tais princípios são extremamente flexíveis (e acabam saindo dos limites éticos por influência dos outros).


1- Eu ajo dentro da lei, das normas, e das regras:

As leis são o primeiro limiar ético: é o que o conjunto total da sociedade concorda que é o certo e errado. Incluem-se aí as regras, normas das empresas, e até acordos verbais e escritos. Se estas normas não são respeitadas, pouco se pode esperar de respeito às questões éticas mais sutis.  

2- Quando tomo uma decisão, preocupo-me mais com o que vão pensar de mim do que com o que realmente sei e sinto que é correto:
 
O que todos veem e pensam não cria o certo e o errado. Entretanto nossa capacidade de explicar ou justificar nossas ações perante os outros é um bom teste da integridade de nossa ação. Se nos envergonhamos por nossa ação tornar-se pública, então precisamos retroceder e perguntar por quê. Nossas racionalizações indulgentes logo se desgastam à luz de um exame minucioso. Não é o fato de uma ação aparecer nos jornais ou na tevê, mas como reagimos a essa publicidade é que nos dá uma idéia da moralidade do ato. Também se chama “teste da mamãe”. Como você se sentiria explicando isso para sua mãe? Se não se sentiria bem, então há algo errado na sua decisão. Se sabe que se sentiria bem, apesar de saber que iria contrariá-la, então é um bom sinal de que apesar das resistências que você irá encontrar quando sua decisão for divulgada, você terá uma boa ancoragem interna e um bom embasamento ético para tomá-la.  

3- Na dúvida, deixo-me guiar pelo que meu coração diz que é certo:
 
Uma consciência inquieta ou uma agitação emocional não significa automaticamente que nossas ações são erradas. Decisões honestas difíceis também nos fazem passar por um período de inquietude semelhante, mas essa inquietude exige que re-examinemos as razões para nossas ações e analisemos nossos motivos o mais honestamente possível.  

4- Antes de tomar uma decisão, preocupo-me primeiro se serei injusto ou irei prejudicar alguém, antes de avaliar os benefícios que eu terei:

Uma ação que é claramente errada fere alguém. Mas algumas ações corretas também irão causar prejuízos a outros, além de nosso benefício particular. Saber tomar decisões que minimizem os prejuízos alheios sempre que for possível, mesmo que minimizem ou anulem nossos ganhos, é uma questão de ética. Ações honestas que ferem os outros devem ser analisadas TAMBÉM pelo lado de QUEM SAI FERIDO. Coloque-se na posição do que serão impactados pela sua decisão. A ação rouba ou engana mais alguém? Gente inocente será prejudicada? As premissas base que você está utilizando para embasar sua decisão são DESONESTAS ou INJUSTAS? Você está sendo IMPARCIAL? Está beneficiando alguém por motivos particulares?

5- Costumo adiar ganhos imediatos, e aceito perdas imediatas em prol de soluções que tragam benefícios para um maior número de pessoas:
Certo equilíbrio da dinâmica de curto prazo X longo prazo faz parte da vida. Somos constantemente desafiados a tomar decisões que devem levar em conta o curto e longo prazo. Não há uma resposta certa, e ás vezes somos obrigados a tomar decisões que beneficiem o curto prazo e a não aceitar prejuízos em detrimento de outras pessoas. A questão é a frequência em que isto ocorre. Quanto mais se entende as conseqüências do curto prazo e do longo prazo e como elas se relacionam, fica mais fácil solucionar este tipo de dilema. É uma das dinâmicas mais fundamentais da existência humana representada pela escolha entre o prazer atual versus ganhos de longo prazo; hoje versus amanhã, este mundo versus o outro. A abnegação saudável nunca é um fim em si mesmo. É, antes, um meio para alcançar algo mais, seja esse mais recompensa em uma existência futura ou uma ligação mais profunda com a interdependência do universo todo. O que é mais importante para você, no momento da decisão tomada? Sua segurança, seu prazer, um salário maior? Ou o equilíbrio ao seu redor? A paz de saber que tomou a decisão mais justa e correta? A sensação que agiu com os outros como gostaria que tivessem agido com você?

6 - Preocupo-me primeiro com a minha segurança e bem estar, e só depois com a das pessoas que não conheço:

Nada é mais decisivo no desenvolvimento de uma sociedade, organização ou família, que o dilema entre indivíduo versus comunidade/equipe/família/sociedade. Tudo depende de como você enxerga o futuro do mundo sem você. Deseja deixar algo a mais neste planeta para que seus filhos, netos, bisnetos possam ter uma vida melhor? Acredita no futuro da humanidade? (esta não é uma mera frase de retórica!!!). Pois se você não acredita que cada ser humano tem uma obrigação moral e ética de fazer algo pelas gerações futuras, e que cada indivíduo deve deixar um legado pelo menos igual (se não maior) do que o que recebeu, então você simplesmente ignorará toda e qualquer percepção do coletivo, da ajuda mútua, do cooperativismo. Mas também não reclame quando precisar de algo além do que seu dinheiro pode comprar: você fez sua escolha.

7- Quando alguém de quem gosto ou dependo de alguma forma, faz algo errado e que afetará injustamente a vida de diversas outras pessoas, prefiro ficar ao seu lado e apoiá-la em sua decisão errada, ao invés de fazê-la se redimir de sua decisão pagando pelo seu erro:

Esta é a dinâmica da honestidade/integridade versus compromisso/lealdade. A honestidade e integridade de caráter está ligada a nossos valores interiores e ao nosso compromisso com TODAS as demais pessoas. O QUE É CERTO É CERTO, não adianta esconder sob o manto de uma amizade, ou sob a dependência econômica/financeira de alguém como justificativa para defender um ato errado/ilegal/imoral. SEU PRIMEIRO GRANDE COMPROMISSO NO MUNDO É COM O MUNDO e CONSIGO PRÓPRIO! Se você não é certo nem justo com o MUNDO, não espere que em uma próxima oportunidade ele seja justo com você. Quanto mais encobrimos coisas erradas das pessoas das quais gostamos, ou das pessoas de quem dependemos para progredir na vida (chefes, donos de empresas, políticos) só para garantir uma promoção, uma função comissionada no serviço público ou um salário maior, MAIS CONTRIBUÍMOS PARA A INJUSTIÇA, A ILEGALIDADE, A IMORALIDADE no mundo. Se você vai por este caminho, então esteja consciente disto, PELO MENOS! Não tente se convencer de que é uma pessoa ética enquanto ajuda a encobrir uma ILEGALIDADE, ou um ato ANTIÉTICO que prejudicará diversas outras pessoas, ou o favorecimento de alguém por questões pessoais em detrimento de outras que mereceriam aquela decisão a seu favor. NÃO TENTE JUSTIFICAR, pois não passará de um exercício mental, que não apagará a injustiça que você está AJUDANDO A COMETER!

8- Deixo de punir ou indicar um erro por pena ou empatia para com algumas pessoas:

Esta é a questão da imparcialidade/retidão VERSUS empatia/subjetividade/parcialidade. Alguém que lhe pede para relevar algo e lhe conta uma história triste de sua vida lhe convence a mudar sua decisão mais do que um funcionário que aceita a punição sem nenhuma palavra? Deixa de indicar erros de pessoas próximas, de parentes, de amigos, de amigos de amigos, somente pelo parentesco e proximidade, e aplica sem pestanejar seu julgamento sobre as pessoas das quais não é tão próximo? Entre um funcionário que almoça com você todos os dias e outro que você só encontra no corredor, você aplicaria as regras da mesma forma, em ambos? Se você já tomou uma decisão anteriormente sobre um caso igual, você costuma MANTER SUA LINHA DE DECISÃO? Ou cada vez que surge um caso idêntico, você diz que CADA CASO É UM CASO???? Será mesmo que cada caso é um caso? Ou você está tentando utilizar a dependência que o outro tem da sua decisão para ganhar, mesmo que momentaneamente, mais poder de influência sobre ela e sobre os outros? Pense nisso!

9- Preocupo-me em cumprir o que é minha obrigação, o que vai além disto não é problema meu, se eu não vou ganhar nada com isto:

Devo agir simplesmente e somente por meus desejos e necessidades? Mais do que apenas MEU desejo é o que pode ser generalizado, o que se aplica a todos, o que me obrigaria, apesar das conseqüências não me afetarem. As decisões éticas devem se basear em amplos princípios abstratos (daí sua complexidade), como a honestidade, o cumprimento de deveres, a imparcialidade, direitos, justiça, respeito pelas pessoas e pelo que a elas pertence. É a universalidade dessas noções que faz a reivindicação sobre o indivíduo e estabelece a integridade da ação. Na tradição judeo-cristã encontramos esses princípios morais nos Dez Mandamentos. Outras tradições religiosas verbalizam esses amplos imperativos universais de maneira diferente, mas toda tradição aponto para um modo de vida ético que inclui esse tipo de obrigação moral generalizada. O Dever, a lei e a obrigação nos chamam realmente a uma integridade moral que ultrapassa as meras conseqüências de nossos atos, que podem facilmente ser apenas interesseiros (quando fazemos as coisas por interesse, pelo que queremos conseguir). Ir além dos nossos deveres é estar acima da moralidade comum: é comprometer-se com um bem maior a todos, e com um futuro melhor para seus filhos e parentes, que também viverão neste mundo, resultado das ações que você toma hoje, neste momento!

10- Procuro me 'melhorar', cultivando hábitos positivos, me analisando sobre a correção das decisões que já tomei, e tento reparar e não repetir erros que cometi no passado, com relação a outras pessoas:

Se a base de nossas ações morais não está fora de nós mesmos, como examinamos em 'consequências de nossos atos" e em "o que pode ser universalizado", então precisemos voltarmo-nos para dentro de nós mesmos. Um padrão de pensamento moral baseado em virtude ou cuidado volta-se para a motivação, a intenção, o CARÁTER DA PESSOA! É claro que para ter ética é necessário seguir as regras e analisar as consequências de nossos atos. MAS ISTO SÓ NÃO GARANTE A ÉTICA, a PAZ INTERIOR, a certeza da JUSTEZA DE NOSSO CARÁTER! Ás vezes tomamos a decisão mais justa e correta, e mesmo assim, os resultados não são os melhores que esperamos. O que importa, na realidade, é a INTENÇÃO DE AGIR CORRETAMENTE! A VONTADE DE ACERTAR, DE SER JUSTO, DE PROCURAR O MELHOR PARA TODOS OS OUTROS, INCLUINDO VOCÊ NESTES 'OUTROS'. Quando você pensa nas outras pessoas, inclui-se entre elas? Se não, então é melhor rever sua base de decisões. Sensibilidade moral e de caráter, e INTEGRIDADE, são os grandes responsáveis pela ética. Não adianta conhecer todas as regras e lei e analisar todos os resultados de seus atos. Nem sempre o mais técnico dos juízes ou advogados é o mais justo. Geralmente, não o é. O melhor juiz e o melhor advogado são aqueles que tem a sensibilidade e o desejo de fazer o melhor julgamento: aquele que trará mais benefícios para todos, tanto os que estão sendo julgados, quanto aos que virão no futuro, quanto em comparação com as decisões anteriormente tomadas. Esta é a mais clara, objetiva e simples regra ética, e a partir dela você pode presumir todas as outras, com grande probabilidade de acertar: "NÃO FAÇA AOS OUTROS O QUE NÃO QUER QUE LHE FAÇAM!". Faça isto, e tenha a certeza de que está no caminho certo, contribuindo para um mundo melhor, e para sua paz de espírito.

11- Quando vou tomar uma decisão ou julgar fatos ou pessoas, procuro conhecer ao máximo todos os detalhes possíveis para me certificar de que estou sendo justo, independente do tempo que tenho para isto:

Apesar de parecer óbvio, não é o passo mais fácil. Em geral, conhecer em profundidade os fatos toma mais tempo do que parece que temos. É muito mais fácil tirar conclusões precipitadas baseadas em nossos desejos e medos, discriminações e preconceitos. Saber como a situação se desenrolou, seja ela ocorrência excepcional ou um padrão repetido, para determinar QUEM NÃO ESTÁ DIZENDO TODA A VERDADE, QUEM ESTÁ SENDO PROTEGIDO, QUEM ESTÁ SENDO RESPONSABILIZADO E QUAIS AS CONSEQÜÊNCIAS FUTURAS, tudo requer esforço imparcial, diligente e demorado. NÃO O FAZER É PREJUDICAR ALGUÉM, desde o princípio.

12- Dou prioridade a coisas que outros (dos quais dependo) dizem que são muito importantes, mesmo eu tendo certeza de que não são, e sabendo que outras pessoas/decisões deveriam ser atendidas primeiro:

Se você costuma priorizar decisões somente porque alguém (um superior, um chefe, alguém de quem você dependa) pediu para você resolver este caso primeiro, e está prejudicando o direito de outras pessoas que estavam na fila e merecem ter sua ordem de priorização respeitada, então você está contribuindo para que a injustiça seja cometida. Você gostaria de que lhe fizessem isto? Não se trata de simplesmente cortar a fila. Não é algo tão simples assim. Trata-se de respeitar a ordem correta das coisas. Se você sabe que há pessoas que merecem ter seu problema resolvido primeiro, e fica calado frente a uma ordem de um chefe que quer que um amigo pessoal dele tenha o problema resolvido antes, NO MÍNIMO a sua obrigação é deixar claro que você não concorda, e que tal situação é anti-ética. Deveria também, caso seja forçado por hierarquia a fazer isto, procurar outra instância para comunicar a falta de ética. O grande problema, principalmente em ambientes de trabalho, em que tal questão envolve a obediência hierárquica, é que quando abrimos mão de sermos éticos uma vez, tenderemos a sê-lo cada vez mais. O que você prefere? Trabalhar para um corrupto (e tonar-se um, mesmo que não aceite em sua mente isto)? Ou ser honesto, justo e ter orgulho de abraçar seus filhos ao retornar de mais um dia de trabalho, certo de tê-los dado o exemplo para suas vidas? Valores não tem preço. Se você dá preço a seus valores (um salário, por exemplo), então você deu preço a você mesmo!

13- Antes de tomar decisões, discuto com todos os envolvidos todos os aspectos envolvidos:

A confidencialidade SEMPRE foi usada como a principal desculpa para superiores tomarem decisões à revelia de seus subordinados. Também é usada na política para decisões rasteiras, para 'passar a perna' em inimigos políticos e intimidar possíveis inimigos. Se alguém for tomar uma decisão importante, que irá afetar outros, e não está disposta a falar abertamente com os envolvidos, é preciso se perguntar o por quê (e certamente, não há um bom motivo ético para esta atitude, JAMAIS!). É provável que a resposta tenha mais a ver com alguma coisa na decisão que a deixaria envergonhada, apreensiva, ou mesmo que envolva clara falta de ética, ilegalidade, imoralidade, injustiça. Quem está sendo ético e moral não tem vergonha de ser transparente, nem de ouvir a opinião das outras pessoas, mesmo que lhe contradigam. O contraditório não é falta de respeito: é direito de expor seu pensamento, e ouvi-lo é sinal de consideração pelo outro. As pessoas que tomam decisões desta forma, acabam naturalmente ganhando o respeito e a consideração de toda sua equipe, da sociedade, de sua família, pois NINGUÉM PODE SE ENVERGONHAR de ser TRANSPARENTE, JUSTO e de se preocupar COM A OPINIÃO DAS DEMAIS PESSOAS.

pontos.
 
-Menos de 30 pontos: se você refez o questionário e novamente calculou menos de 30 pontos, significa que você certamente tem sérios desvios éticos e de caráter. Mas o fato de você ter feito este teste e ter sido honesto a ponto de saber este resultado é um bom sinal. Significa que talvez você tenha acreditado em valores deturpados, ao longo de sua vida. Valores estes que lhe foram ensinados por pessoas não tão corretas, e que você acreditou por inocência, ou por necessidade. Procure se consultar com outro profissional da área de psicologia, ou pelo menos, leia mais sobre o assunto e reflita sobre suas decisões!
 -Entre 30 e 38 pontos: Você não tem um nível ético e de caráter considerado bom, mas sim mediano. Você tem razoável percepção do que é certo e do que é errado, e talvez tome atitudes anti-éticas por conviver em ambientes e com pessoas que lhe forçam a um comportamento mais defensivo, menos preocupado com o mundo ao seu redor. Avalie a possibilidade de você mudar suas amizades negativas, de trocar de trabalho imediatamente. O mais importante é não se deixar influenciar por péssimos exemplos, até mesmo dentro da própria família. Pense nisto.
 - Acima de 38 pontos: Se você respondeu a todas as perguntas com honestidade, então você tem uma excelente percepção ética de suas ações. O passo além que você ainda pode dar (se não o fez) é convencer os que estão à sua volta a também agirem desta forma. Este é o papel das pessoas éticas, já que, muitas vezes, basta ter um chefe injusto para que todo uma equipe bem formada seja desmantelada moralmente. É um trabalho sem fim: sempre haverá pessoas querendo se aproveitar da boa vontade dos que se preocupam com um mundo melhor; mas não há gratificação melhor do que lutar a cada dia pela justiça, pelo bem estar dos outros, pela certeza de estar fazendo o que é certo! Siga em Frente!
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Este e os demais testes e conteúdos deste site não substituem uma consulta ou acompanhamento de um profissional psicólogo ou psiquiatra. Somente estes profissionais poderão diagnosticar e avaliar o melhor tratamento para transtornos, distúrbios ou disfunções.
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