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domingo, 25 de maio de 2014

Pergunta 20: Você costuma apertar o botão do elevador mais de uma vez? Talvez você esteja com STRESS


Esta pergunta pode ser feita de diversas formas, com o mesmo objetivo. Vejamos: você costuma apertar o botão do elevador mais de uma vez, como se isso fosse fazê-lo subir ou descer mais rápido? Você cola no carro da frente no semáforo, e buzina assim que o sinal fica verde, como se isso fizesse o trânsito andar mais rápido? Quando vê um sinal vermelho acelera em vez de diminuir, mesmo que tenha que parar em seguida? Em uma fila você costuma encostar na pessoa da frente, e as vezes até dá uma leve cutucada para que ela ande quando a pessoa da frente o faz? Talvez você esteja estressado, e não perceba.
Infelizmente nos dias atuais, alguns diagnósticos na área psicológica são muito difíceis de se dar antes do agravamento do quadro, por conta da quantidade enorme de pessoas que sofrem do mesmo mal, fazendo com que o doente acredite que está tudo normal. Os dois grandes vilões atualmente são a depressão e o stress, estando os dois muito interligados.
A falta de paciência no trânsito, numa fila, em casa, são apenas sintomas, não o problema em si. Agendas superlotadas de compromissos, cobrança por resultados inalcançáveis, competitividade à flor da pele com tudo e com todos, falta de respeito com os ritmos naturais do corpo e da natureza, são alguns dos agravantes de um quadro de stress crônico.
O ritmo das principais cidades do país é alucinante. Nas maiores vários serviços já funcionam 24 horas, até mesmo faculdade e academia de madrugada para os que ‘não tem tempo durante o dia’. Cada vez mais as pessoas não fazem (e acham normal isto, pois várias outras também agem assim) o que se sabe muito bem ser o mínimo para manter uma vida saudável: dormir de preferência nos mesmos horários, e no mínimo 7 horas por noite, alimentação regrada e saudável, em pequenos intervalos e quantidades mínimas ao longo do dia, praticar atividade física regularmente, ter um tempo para relaxar a mente e fazer atividades prazerosas. Mas a prioridade não é essa: é ganhar cada vez mais dinheiro, ao custo que tiver que ter; vencer todos os obstáculos, mesmo que tenha que se passar por cima da própria saúde; fazer de tudo o que todo mundo também está fazendo, mesmo que seja insano, inconsequente e irracional.
Se você não diminuir seu ritmo até o nível que seu corpo e sua mente tolere no dia a dia, eles vão parar você, em algum momento. Algumas pessoas são mais frágeis, outras mais resistentes. Mas mesmo as últimas não se livram de sofrer um infarto fulminante, ou passar anos de stress e correria e na primeira depressão descobrem que jogaram fora os melhores anos de sua vida. Pense nisso!


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