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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Pergunta 7: Você está contente com o que você está fazendo, ou você se contenta com o que faz?

Você dá o máximo de si em tudo aquilo que faz? Ou faz apenas o suficiente para poder dar a desculpa a si mesmo que cumpriu a tarefa?
Fazer sempre o mínimo possível para conseguir o máximo do que você quer tem um nome: mediocridade. Nome duro de se ouvir, não é verdade? Difícil de se assumir, também. Mas medíocre é aquele que poderia fazer muito mais, doar muito mais de si, fazer muito melhor, mas ESCOLHEU ser menos, fazer menos, doar menos.
É uma escolha. Não exija mais da vida o que você não exige de si próprio. Nossa marca só ficará neste mundo se deixarmos feito mais do que consumimos em nossa passagem. E se cada um deixar um pouco, nossos filhos, e os filhos de nossos filhos terão muito mais do que quando nós estivemos aqui.
Mas infelizmente temos cada vez mais ‘chupins’ no mundo (quem não conhece os hábitos deste pássaro, procure no Google e entenderá).
Para muitos a vida deveria ser um lazer, um gasto mínimo de energia e esforço. O mundo ideal seria aquele em que não houvesse nenhum único problema a resolver. O desejo para ele(a) é ganhar na loteria e ter mais dinheiro do que acredita que conseguiria gastar por toda sua vida (como se as pessoas ricas não tivessem problemas!).
Mas como o grande prêmio nunca chega, este indivíduo ‘vai levando’... vai ‘empurrando com a barriga’... e por isso mesmo faz o mínimo para se ‘contentar’, aquele mínimo em que não será perturbado com ‘reclamações’, mas que também está longe de ser seu ‘melhor’. Devemos lembrar também que o Brasil não é conhecido pela cultura da ‘meritocracia’, da ‘competência’, da ‘qualidade total’... não faz parte de nossa cultura, infelizmente, ainda (espero que seja, no futuro!). Então para quê se esforçar, dar mais de mim, se não ganharei mais com isso? (pergunta-se o tal chupim...)
É simples: faça suas tarefas e obrigações como se estivesse fazendo para si próprio! Atenda como gostaria de ser atendido! Faça como gostaria que fizessem para você! Você é seu próprio juiz. Com certeza, alguma parte dentro de você, que sabe o quão competente e zeloso você pode ser, se entristece a cada momento em que você foge de sua obrigação. Dê valor a todos que um dia acreditaram em seu potencial, que investiram o seu tempo te ensinando, que dedicaram um pouco que fosse de suas vidas para te fazer alguém melhor: seja tão bom quanto elas acreditaram que você seria. E principalmente, não decepcione a si próprio(a)!
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