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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Pergunta 32: Se o momento não é agora, quando será?



Está certo que as vezes não nos sentimos preparados para dar o ‘grande salto’ que queremos na vida. Mas cuidado para não perder o bonde. Como dizem, a sorte é um cavalo selado que passa correndo na nossa frente... devemos estar preparados para pularmos quando ele passar (e não quando acharmos que estamos prontos).
O problema é quando, por conta de nossa ansiedade e medo de tentar, tentamos justificar nossa paralisia através de racionalizações como ‘não estou preparado’ ou ‘não é o momento ainda’. É comum se fazer isto quando nunca se sentiu o peso do arrependimento por não ter feito algo, depois de já não ser possível fazer mais nada. É um dos piores sentimentos que alguém pode sentir: o arrependimento do que não se fez!
A dor de ter agido errado é sempre menor da quem não agiu, por um simples motivo: a intenção é a que vale. Quem age tentando acertar, já acertou, mesmo que erre; pois quem se omite apenas espera que alguém resolva o problema e simplesmente lava as mãos, empurrando-o com a barriga (a intenção não é resolver o problema, é tirar a própria responsabilidade). Por isto, toda ação com boa intenção vale sempre mais que qualquer omissão, independentemente se errou-se ou acertou-se.
Viver a vida como se não houvesse amanhã não é apenas uma letra de música, é uma filosofia de vida, como o é o ‘Carpe Diem’ (antiga oração matutina em latim, cujo título se traduz por ‘colha o dia’). Colher o dia, ou viver como se não houvesse amanhã, não é viver irresponsavelmente. É colher o que deve ser colhido HOJE. Se puder colher, COLHA! Se tiver que plantar, PLANTE! Faça hoje o que pode ser feito hoje, não deixe para amanhã (tanto as coisas difíceis, como as prazerosas). A vida é uma dádiva muito curta para se ir empurrando com a barriga.
Você acha que viverá muito tempo? Pare um pouco para pensar, e veja o quão frágil a sua e a minha vida são. O que sustenta este fio tão fino de vida? Vou lhe dizer: a vontade de realizar-se. Há um potencial enorme dentro de você, que pode ou não realizar-se, e para isto, ele depende de sua vontade. Um não é nada sem o outro: vontade e autorrealização. Então, mesmo que você corra o risco de errar, pois bem, erre (afinal errar faz parte da vida). Se não era o momento, pois bem, esperemos o próximo. Tentamos pelo menos. E o que não é a vida, além de tentar, tentar e tentar até conseguir, não é mesmo? Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena... pense nisso!

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