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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Pergunta 38: É melhor trabalhar menos em coisas que não gostamos, ou trabalhar muito naquilo que nos realiza?




Você já trabalhou em algo que nem percebeu o tempo passar? Pois é. Quem trabalha no que gosta sempre está de férias. Mas poucas horas em coisas que odiamos fazer podem ser uma eternidade.
Para refletir sobre isto, temos que ter consciência que o tempo é relativo. Não apenas na física quântica... na sua vida também. Já percebeu o quanto o relógio demora a correr quando você deseja que ele corra? E quando você quer que um momento dure (como um final de semana agradável num passeio com alguém de quem goste) e rapidamente ele chega ao final?
Pois o tempo é fruto da percepção de sua consciência.
Ele existe na velocidade que a sua consciência o percebe. 10 minutos reais (cronometrados) de alguém dormindo, pode equivaler a uma hora percebida no sonho da mesma pessoa, talvez até mais. Tempo é uma ficção que nossa consciência cria para conseguir sequencializar os acontecimentos, e assim poder lidar com todas as percepções que estão à nossa volta de uma forma que possa dar conta da enorme quantidade de estímulos que recebemos do ambiente à nossa volta, além do fluxo de pensamentos e sensações corporais internas.
Já parou para pensar, em algum momento, na infinitude de coisas que estão acontecendo, todas ao mesmo tempo, agora, tanto dentro quanto fora de você? Percebeu que não dá para conseguir abarcar tudo isso ao mesmo tempo em seu pensamento? É por isso que pensamos nas coisas numa sequência... e o passar destes pensamentos gera o que chamamos de tempo.
Por este motivo, trabalhar em algo odioso, mesmo que seja por pouco tempo (no relógio), dependendo de como sua mente lide com o desejo da tarefa terminar logo, pode ser um sofrimento interminável. Pense nisto na próxima vez que se sujeitar a trabalhos que odeia, somente por um salário maior ou carga horária menor... pode ser uma péssima escolha! Pense nisso!
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