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terça-feira, 15 de julho de 2014

O Tempo (13): ignore pessoas que te usam






Não perca tempo com as pessoas que você sabe que te usam e te manipulam. É difícil, especialmente em duas situações: quando você gosta da pessoa por ter laços familiares ou de amizade (por mais que seja falsamente recíproco), ou quando você é subordinado a ela (no trabalho, por exemplo).
Quando ocorrer o primeiro caso, especialmente com pessoas da família, coloque-se um limite: ‘até certo ponto você a ajudará, a partir dele, não’. Deixe isto claro a ela quando ultrapassar este limite, sem se enervar ou demonstrar raiva. Algumas pessoas se acostumaram na vida a depender dos outros, muitas vezes porque quando criança alguém da família fazia todas as suas vontades. Outros foram tão explorados em outros tempos, que agora querem dar ‘o troco’ na vida, em quem estiver pela frente. Tenha cuidado próximo destas pessoas, pois não sentirão nenhuma gratidão pelo que você faz, e não terão dó quando você precisar de algo delas, por mais urgente que seja.
O seu tempo nesta vida deve ser usufruído e dividido entre as pessoas que te querem bem e te ajudam a crescer, entre aquelas que precisam de você para poderem caminhar com suas próprias pernas, e você mesmo, seja para ganhar forças descansando e fazendo coisas de que gosta (premiando-se pelo trabalho bem feito) seja para melhorar a si próprio (estudando, trabalhando mais, buscando ser uma pessoa melhor).
O mundo não deve excluir as pessoas usurpadoras: deve ignorá-las para que elas percebam que só um meio de realmente fazer parte dele: sendo honesto, justo e ajudando quando se pode ajudar. Somos todos parte de algo maior, SEMPRE, em qualquer situação. Se você só age como parte deste TODO quando precisa de algo, você é descartável neste mundo. Sua falta não será sentida (talvez seja até desejada).
Quando o usurpador é alguém do qual você tem dependência, em especial com chefes que utilizam-se de sua competência para se darem bem às suas custas, afaste-se o quanto antes, mudando de setor, ou até melhor, de emprego. Não creia que será o ‘braço direito’ deste tipo de gente. Acredite: em todos os casos que eu conheço a ‘mentira’ da competência do superior sempre chega a tal ponto que ele dá um jeito de destruir aquele do qual ele depende, como que para encobrir sua grande incompetência/mentira.
Devemos buscar viver e trabalhar ao lado de gente que sabe reconhecer nosso valor, nosso mérito, nosso esforço. Mesmo que agora você esteja se beneficiando desta relação, saiba que em toda situação em que há um desequilíbrio existe também uma balança, e na vida esta balança nunca é estática, sempre pende para um lado ou para outro. Prefira relações de confiança: são estáveis, justas, equilibradas, honestas e somente elas proporcionam um crescimento e desenvolvimento duradouro de ambas as pessoas.
Pense nisto!
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