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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Não se lamente (21) esquecendo o que já conquistou

Muitas pessoas esquecem que a felicidade não é apenas resultado da busca de algo que não temos, mas muito mais a apreciação do que já conquistamos ao longo de nossa vida. Muitas das coisas que desejamos, infelizmente nunca teremos. Mas não podemos jamais esquecer o valor pessoal de tudo que temos (materiais e imateriais) e que muitos nunca terão.
Você tem saúde? Tem uma bela família? Tem um lar? Tem um trabalho do qual gosta? Tem amigos(as)? Tem um objetivo de vida, maior que você? Percebeu que apenas com algumas destas coisas, você já pode ser muito feliz. Que trabalho cansativo que uma família acolhedora não é capaz de reabastecer de forças e energia todos os dias? Que problema alguém com saúde e boa vontade não é capaz de resolver? Que problema não se torna pequeno quando temos um objetivo muito significativo em nossa vida?
É tudo uma questão de relativizar e perceber o que realmente é importante, além de valorizarmos o que já temos, que pode ser muito mais valioso do que o que achamos que queremos.
A felicidade está mais ligada à como percebemos e avaliamos nossa vida, do que às coisas que efetivamente conquistamos e temos. Com certeza você deve conhecer pessoas muito ricas, tristes e depressivas, além de pessoas muito pobres e extremamente felizes e ativas. Olhe mais detidamente os dois tipos: quem tem uma promessa de vida mais desafiante? Qual dos dois tipos tem mais chance de crescer a partir do ponto onde está? É simples: quem acha que já tem tudo, muitas vezes não tem nada. Perdido em meio a coisas materiais, somos impulsionados a querer ter mais e mais do mesmo, em vez de perceber que o mínimo que nos é suficiente não é tanto assim, e o restante, ao ser dividido, pode nos tornar mais felizes e preenchidos por dentro que tentar acumular ainda mais... e o melhor de tudo: necessita muito menos esforço...
Pense nisto!

Até amanhã
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