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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

LIBERDADE #18: SER DO BEM É SER LIVRE!

Ninguém foge da própria consciência, por mais esperto que tente ser. Mesmo as pessoas que costumam agir trapaceando, puxando o tapete dos outros, que tentam levar vantagem em tudo, não escapam da noção de certo e errado que até os piores bandidos carregam em seu inconsciente.
Atos falhos, autopunição,  auto-exposição de seu verdadeiro eu.... são algumas atitudes, muitas vezes involuntárias, que as pessoas que agem só em benefício próprio costumam sofrer, de si mesmas...
Pessoas ruins se auto-denunciam, basta que tenhamos um feeling e tranquilidade para ler seus sinais. Elas são presas ao seu próprio lado mau, pois na ânsia de levar vantagem, de querer ser mais que todos os outros, de demonstrar poder, acabam alimentando seu próprio lado autopunitivo, inconsciente, que lhes fará colher, em doses maciças, tudo aquilo que plantou. Esta prisão é aquela que ela mesma construiu para si própria... a mais difícil de fugir, já que ninguém, a não ser a própria pessoa, será capaz de redimir os erros cometidos e livrar-se das próprias punições.

Agir pensando no benefício de todos à sua volta é libertar-se não apenas da culpa, da vergonha e do medo (os três piores limitadores do ser humano), mas também potencializar seus dons naturais, pela força do inconsciente. Este ser que vive dentro de nós, o inconsciente, é alimentado pelos nossos sentimentos, pelas nossas verdadeiras razões semi-ocultas... e nos ajudará (ou atrapalhará) na conquista de nossos sonhos e desejos.

Ser do bem não é ser tolerante ao abuso alheio. Não confunda! Ser do bem é agir para seu benefício pensando no benefício coletivo também. É ajudar aqueles que realmente precisam, não esquecendo do seu próprio desenvolvimento pessoal, em primeiro plano. Ninguém ajuda ao outro se também precisa de ajuda. Devemos primeiro conhecer-nos, saber de nossas limitações para aí sim potencializar nossos dons, e sermos livres para escolher a quem ajudar, como fazê-lo, e agregar cada vez mais autodesenvolvimento (psíquico e espiritual) à própria vida.
Podemos, sim, escolher não ligarmos para o que ocorre com o outro. Sim, esta é uma opção. Uma opção que chamaria 'vegetativa', enquanto ela definha aos poucos com o passar do tempo. É uma forma de estar preso ao próprio medo de viver. 
Viver, ainda mais livre, é acreditar que sempre será possível algo maior, para todos, algo melhor, menos conflitos e mais divisão, menos interesses e mais sentimentos, menos preocupações e mais fé! Acreditar em tudo isso é ser livre, livre para agir sem o medo de estar errando, livre para acreditar, ter fé de que o mal, o interesse, o poder desmedido, o assédio, o abuso, a maldade, não prevalecerá! Haja como gostaria que os outros agissem com você, sem esperar o mesmo retorno. E continue agindo assim, independente do que lhe digam, procurando sempre o melhor. Verá que a roda da vida favorece a quem não se prende a gente sem esperança. Como diziam os romanos: pedras que rolam não criam limo... pense nisso!
Até amanhã!
Adilson Cabral. 
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